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Enviado por Rafael Velame - 16.2.2010 | 12h36m
Quem mexeu no nosso queijo?

Por Adriana Matos*

Li em alguma das minhas centenas de folhas espalhadas sobre minha mesa de estudo – não sei quando, muito menos de quem – que o importante mesmo é a gente conseguir afastar dos nossos olhos e coração todo e qualquer sentimento de raiva, mágoa ou coisa que o valha.  Mas, sinceramente, não tenho conseguido me desvencilhar de tais sentimentos quando lembro do meu QUEIJO, ou  melhor, do queijo do meu marido.

Há  dois anos, tenho travado dentro de mim uma guerra homérica – sem exagero algum – contra o silêncio e a espera. Mas, nesta madrugada – já são quase duas horas de um novo dia – decidi conversar com as palavras – coisa que adoro – já que o senhor Osvaldo Barreto Filho, Secretário de Educação da Bahia, insiste em não devolver o queijo à nossa mesa.

Em 2005, eu e meu marido resolvemos dedicar todo o mês das nossas férias para estudarmos juntos. Havíamos decidido fazer o concurso para professor do Estado cujas provas se realizariam naquele ano. O resultado soou como música, valera à pena tanto esforço: eu havia galgado o primeiro lugar para Antonio Cardoso e ele, o segundo lugar para Anguera. Festejamos e aguardamos as convocações. Resultado: fui nomeada professora de Língua Portuguesa - leciono há quase três anos - e Joací ... bem, meu marido teve seu queijo mexido. Explico melhor: a candidata classificada em primeiro lugar, Zenaide Leão Machado, foi convocada pela Secretaria de Educação, mas designada para outra cidade que não Anguera. O queijo, então, permanecia lá. A vaga era de quem? Isso mesmo, esperávamos, ansiosos, para que a vaga fosse preenchida pelo segundo lugar: meu marido. Mas não aconteceu.

Em 2008, Joací – meu marido – chegou a ocupar as 20 horas vagas existentes na Escola Estadual Arthur Vieira de Oliveira, única pública estadual naquela cidade, na esperança de logo ser convocado. Meu amigo, não é por nada não. Sabe aquele texto que comentei no início dessa nossa conversa sobre não alimentar sentimentos ruins?  Lembrei-me de outra parte dele: um dia a gente aprende a respeitar as vontades alheias mesmo que estas não comunguem das suas. Quando o ano letivo de 2008 terminou, depois de o professor Joací Souza Mendes entregar notas e o seu famoso sorriso largo, a surpresa: descobrimos que o queijo de Joací ia ser comido por outra pessoa, uma candidata que havia sido classificada em 6º lugar e feito o concurso para a cidade de Conceição do Jacuípe - usarei um nome fictício para não expor a professora que, creio – quero mesmo crer nisso -, nada tem a ver com o erro cometido pela Secretaria de Educação do Estado da Bahia. A chamarei de Flor -. Arregalei os olhos e não acreditei.

A pergunta que não quer calar até hoje, no entanto, e que sonoriza aos meus ouvidos desde então é: quem, afinal, mexeu no nosso queijo? Antes dessa, porém, sinto-me totalmente à vontade para responder a duas possíveis perguntas que você leitor ou leitora deve estar a se fazer: o por quê de eu estar escrevendo o texto e não meu marido, e o por quê do uso constante do pronome em primeira pessoa do plural – nosso. Primeiro, Joací não gosta de resolver as coisas tendo que se expor e expor outras pessoas, ou seja, desnudar sua vida pessoal através desse que considero o melhor e maior veículo de comunicação: a imprensa. Acho que simpatizou com o texto e cansou mesmo de esperar, permitindo-me, pois, publicá-lo. Depois, venhamos e convenhamos, a nossa casa, as nossas filhas, a nossa vida, o nosso esforço é tudo um conjunto ... e as nossas lutas por nossos queijos passam por aí ...  Portanto, voltemos para os finalmentes ...

O edital1 é claro: a SEC tem obrigação de convocar enquanto não for preenchida a vaga divulgada. No caso de Anguera, uma vaga foi ofertada para Língua Portuguesa, a qual, meus camaradas, não foi contemplada por quem se classificou em primeiro lugar, o que não é difícil deduzir quem deveria ocupá-la: o classificado em seguida, Joací Souza Mendes.

O edital também é claro ao afirmar que respeitaria rigorosamente a ordem de classificação. Estávamos enganados: uma mágica aconteceu - mais uma vez lembro-me de mais uma frase do tal texto de auto-ajuda que citei no início: devemos entender que as coisas acontecem para nos deixar mais fortes e mais maduros. Sinceramente?  Não queremos entender o erro e não vamos aceitar tal irregularidade ou injustiça, dêem o nome que desejarem.

2009 foi mais um ano de luta para, finalmente, descobrirmos quem mexeu no nosso queijo e fez a tal mágica para que uma candidata de outra cidade e de classificação tão distante da de Joací pudesse desfrutar desse queijo. Em conversa com o então diretor regional da Direc 2, Moura Pinho, o inexplicável virava explicação: o diretor, o homem que, teoricamente, assina e despacha os documentos de uma Direc, confessou para mim, numa tarde na SEC, não ter sido ele o autor de tal ato!  Nessa hora, não dava pra lembrar do tal texto: transformar a raiva em amor e aprendizado. E eu, mais uma vez, arregalei os olhos e não acreditei. Mexeram no nosso queijo bem embaixo do nariz de quem devia dá-lo a quem de direito.

E a nossa peregrinação à Direc 2 prosseguia. E as promessas se multiplicavam. Vinham de todo canto: de um deputado aqui, de uma deputada acolá; do próprio diretor daqui e da secretária do diretor de cá; enfim ... a esperança – cuja morte está bem próxima, uma vez que o prazo do concurso está quase expirando – aumentou um pouco quando, por telefone, de forma muito gentil e atenciosa, por sinal, a diretora da escola onde Joací Souza Mendes deveria estar lecionando confirmou três coisas que me fizeram, mais uma vez, arregalar os olhos: primeiro, que realmente ELE deveria ter sido designado para lá antes da professora de Conceição do Jacuípe; havia 20 horas vagas reais ainda e, pasmem, as aulas de Língua Portuguesa dessas horas vagas estavam sendo dadas por professores de História, Geografia e outras disciplinas. Fico imaginando se os pais daqueles alunos e alunas tinham idéia – ou os próprios – do que é uma aula de Língua Portuguesa dada por professores não habilitados para tal. Celso Pedro Luft que o diga .... gramatiquês e coisas que o valham ...

Mas voltemos ao nosso queijo e nossas despedidas ...

Mesmo com todas essas informações, Joací Souza Mendes não teve a mesma sorte da professora Flor, de conseguir alguém tão legal para designá-la a ocupar de forma senão ilegal – ao menos imoral e injusto – o lugar de uma pessoa que atingiu uma colocação superior a sua e numa cidade para onde a candidata não fez o concurso, o que é, no mínimo estranho, uma vez que o próprio edital é também claro ao afirmar que a transferência do professor nomeado só é permitida depois de completado o estágio probatório.

Pessimismos, desilusões e descrença no Sistema à parte, terminamos 2009 ainda alimentando a tal esperança. Dois motivos: recorremos ao Ministério Público e passamos a contar com um homem que, ao menos, ouve: o novo diretor da Direc 2. Tivemos com ele três ou quatro vezes e a capacidade de seu Eutímio Almeida não só de escutar – mas escutar mesmo - mas também de olhar no olho da gente, me fez lembrar a professora Lindinalva Cedraz, uma diretora que, independente da nossa camisa partidária, RESOLVIA as coisas.

Seu Eutímio é uma pessoa que ainda não conheço, ainda sequer pesquisei seu currículo – são quase três da manhã e não farei isso agora, perdoem-me - mas é alguém em quem estamos depositando nossa confiança, mesmo sem ele ter tido feito promessas; é alguém em quem a minha intuição feminina – tomara a Deus que eu não volte a arregalar os meus olhos – diz que, ao menos, tentará fazer com que a SEC desfaça essa injustiça – ou irregularidade, isso quem julgará é o Ministério Público -  e nos fará acreditar que a Educação nos municípios dirigidos pela Direc 2 está sob o olhar e o coração de quem realmente acredita e quer uma EDUCAÇÃO de qualidade. Afinal, esperamos, verdadeiramente, também comer do NOSSO queijo!
 

 
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Enviado por Rafael Velame - 6.1.2010 | 21h08m
Tarcízio Pimenta responde perguntas de leitores do Blog

Vinicius Souza escreveu:  
SR. Prefeito quando o senhor irá consertar as praças do conjunto Centenário, asfaltar o conjunto centenário? Porque depois da obra do "Complexo Rodoviario José Ronaldo de Carvalho e das obras de saneamento nunca mais foi o mesmo conjunto, isso tudo foi promessa de campanha.

Tarcízio Pimenta: Vinicius, logo no início do governo nós asfaltamos a rua A, que serviu como desvio enquanto os viadutos eram construídos. Entendo a reivindicação que você faz em relação ao resto do conjunto, assim como outras são feitas por moradores de diversos bairros. Encerramos o primeiro ano de mandato ainda e espero que nos três anos restantes possamos cumprir vários compromissos, como já temos cumprido em diversos setores.  

Ricardo escreveu:  
Gostaria de saber do Exmo. Sr. Prefeito Tarcizio Pimenta se ele chamará o restante do pessoal do concurso de 2006 ou se fará outro concurso e esquecerá o restante do concurso anterior?

Tarcízio Pimenta: Em relação ao número de vagas que existiam na administração municipal, todas já foram preenchidas com aprovados nesse concurso. Só para citar um exemplo, 100% dos professores que foram aprovados no certame já foram nomeados. Novos chamamentos poderão ser feitos se houver novas necessidades do Governo Municipal. O concurso de 2006  tem validade até novembro de 2010 e previu 21 das mais variadas funções.      
  
João Gualberto escreveu:  
Prefeito, o municipio de Feira arrecada ago e torno de 600 milhões de reais por ano, somando os pacotes de obras anunciados em 12 meses chega-se a cerca de 14 milhões, um ínfimo percentual de pouco mais de 2% do montante arrecadado. O que Sr acha que pode ser feito pra se conseguir investir um percentual maior em obras, o que fazer pra se chegar a aceitáveis 10%?

Tarcízio Pimenta: João, a relação que você faz entre receita e investimentos em obras está equivocada. A receita engloba verbas repassadas para a Saúde e para a Educação, por exemplo. Além disso, no bojo da arrecadação da Prefeitura estão previstas despesas de custeio, ou sejam,manutenção da máquina administrativa, pessoal etc. Posso lhe garantir que a Prefeitura de Feira de Santana é uma das que mais têm investido em obras e serviços no Brasil, inclusive num ano como o de 2009, quando a crise afetou a maior parte das administrações municipais. Aumentar a arrecadação com o intuito de elevar os investimentos em obras resultaria em elevação na carga tributária municipal, o que desaconselhável porque seria mais um peso nas costas dos contribuintes. Estamos, sim, cada vez mais racionalizando a arrecadação de tributos, para elevar a receita própria.          

Lorena Amorim escreveu:  
Já que estão ocorrendo tantas mudanças no trânsito da cidade, gostaria de saber se existe algum projeto para melhorar o trânsito próximo ao Centro de Abastecimento, é caminhão parado na curva, carroças para todos os lados, pedestres atravessando sem olhar, uma verdadeira loucura, e nós, que temos horário para trabalhar e tem que passar por este local, chegamos sempre atrasados e estressados.
 

Tarcízio Pimenta: Lorena, não é uma desculpa, mas todos nós sabemos que transtornos de trânsito significam, atualmente, um problema mundial. No Brasil, o enorme crescimento na frota agravou mais ainda a situação. Em Feira, a frota cresceu mais que o dobro nos últimos 10 anos. Somente de 2008 para cá, a cidade recebeu mais 15 mil novos veículos, segundo dados do Detran. Mas nossas ruas continuam as mesmas, o sistema viário do grande centro de Feira é igualzinho ao de 20 anos. Recentemente, no governo José Ronaldo, foi elaborado o Plano Diretor de Trânsito, que prevê grandes mudanças, que exigem um grande volume de verbas. Estamos  realizando as mudanças de acordo com as condições do município. Vamos continuar implementando o plano, buscando as melhorias que o nosso trânsito precisa. Só não posso lhe garantir que tudo ficará às mil maravilhas da noite para o dia,

 
Luiz escreveu:  
Eu gostaria de saber do prefeito feirense se ele acha certo José Ronaldo calçar minha rua e depois ele deixar a Embasa vir aqui quebrar tudo e ir embora sem consertar nada. Moro no Jardim Acacia e estou indignado!.
 

Tarcízio Pimenta: Olha, não se trata de deixar ou não a Embasa quebrar tudo e não consertar. A Embasa é uma empresa estatal e, portanto, também deve ser chamada à responsabilidade pelo cidadão, pelo contribuinte. Nós já tratamos deste assunto com o presidente da empresa, que inclusive veio à Feira de Santana, a nosso convite, ver de perto a situação. Muitas ruas foram novamente consertadas, enquanto em outras o problema persiste, é verdade. Já cheguei a suspender as obras em uma oportunidade. A prefeitura não tem sido omissa nessa questão.    

Angelo Almeida - Vereador - PT - Feira de Santana escreveu:  
Saber gastar e como gastar o dinheiro público deve ser o cuidado de todo gestor. O senhor Prefeito sabia que a compra do condensador de água (bebedouro digital), trazia no seu manual a especificação clara do fabricante de que o produto era ofertado para famílias e não para escolas?

Tarcízio Pimenta: Senhor vereador, minha atuação como vereador e os quatro mandatos como deputado estadual, além da minha condição de cidadão, me credenciam a ter a perfeita noção do que seja aplicação de dinheiro público. Isto também pode ser comprovado com o primeiro ano do nosso mandato e as transformações que fizemos na cidade, não só em obras como no salto tecnológico.  Só o pobre estudante da escola pública, seja municipal ou estadual, sabe o drama que vive quando procura água para beber e não acha. Esse drama está chegando ao fim nas unidades de Feira de Santana, inclusive na zona rural, onde eles bebiam água enfiando canecos em baldes.   

 
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Enviado por Rafael Velame - 5.1.2010 | 18h18m
Imaturidade gay

Por Daniele Britto*

Uma manhã normal. Uma tarde normal. Uma noite pra ficar na história. Diga-se de passagem, com péssimos registros. Onde foi possível adquirir tanto desgosto? Numa sessão de cinema em Feira de Santana.
 
Não era um dia em que se paga meia, sabido por todos, um inferno. Era a sessão única de um filme cuja faixa etária permitida é 18 anos. Um filme que tinha tudo para ser ótimo, mas, infelizmente, nada mais foi do que a clichê exposição de corpos masculinos nus. Corpos esculturais, delinieados pela perfeição, é bem verdade, porém, não salvaram o filme “Do começo ao fim”. Literalmente.

O que mais me irritou não foi o ingresso pago, sair de casa correndo com medo de me atrasar, nada disso. Foi a falta de respeito dos homossexuais presentes na sala de cinema. Logo eles que exigem tanto da sociedade, quase me fizeram levantar e mandar todos se calarem.

Com comentários desnecessários, gritos e conversinhas paralelas que versavam sobre os pênis dos atores até o clamor por uma cena de sexo tórrido, foi quase impossível ver o filme e introspectar qualquer mínimo detalhe que nele estivesse.

Como estereótipos de machos heterossexuais cheios de testosterona que deliram irracionalmente ao verem uma bela bunda, os gays expectadores não respeitaram a presença dos demais mortais presentes e fizeram daquele espaço o quintal de casa, provando que RESPEITO e EDUCAÇÃO independe de cor, raça, sexo ou sexualidade.

Para os atores, líderes de movimentos homossexuais e demais pessoas conhecidas da cidade presentes naquela sessão, um alerta: para serem respeitados, respeitem também. Ah! A piada do Bistrô não tem graça nenhuma, mesmo para mim, que freqüento o lugar. Comam sua pipoca e deixem as demais pessoas verem o filme em paz. Isso também serve para adolescentes mal educados, amigas fofoqueiras e demais pessoas que acham que todo lugar é a casa da mãe Joana!

Espero que para assistir um próximo filme que fale de homossexualidade eu não tenha que buscar uma sessão de héteros.

Daniele Britto é jornalista da Núcleo Comunicação Integrada e colaboradora do Blog do Velame.
 

 
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